"Tudo
terminará bem, de acordo com o que previmos.
Essa é uma máxima comum entre as pessoas de negócios.Tais pessoas
sentem-se como seres divinos, acreditam-se a extensão de algo maior
e carregam dentro de si um traço que chamo de arrogância de
certeza.” (GARCIA, 2003, p. 23)
Comecemos
com uma citação, uma proposição digamos assim, pois é de grande
valia para determinar o rumo do que discutiremos aqui. A onipotência
e os traços infantis. Pode até parecer que não tenham anda haver o
que se cita acima com o que digo aqui, mas sim, certeza absoluta de
que tudo dará certo é coisa de criança que acredita no pensamento
mágico, a chamada onipotência infantil, que nos acompanha por toda
vida. Às vezes serve como uma boa ferramenta quanto a golpes da
realidade, mas também às vezes nos deixa tão longe dessa que nos
desnorteia...
Muita coisa pra processa de uma vez só né. Mas tudo bem, não é questão aqui querer resolver tudo ou falar de tudo. Aqui a questão é que se possa pensar sobre si mesmo, às vezes também duvidar, pois há situações que nos movem como num impulso e acreditamos que nada dará errado, ou se ocorrer escaparemos ilesos. Um verdadeiro exemplo de pensamento mágico. Quem sabe você lendo isso tenha lembrado de alguma situação onde se colocou em situações parecidas, ou não. Tudo depende de você e sua história.
Pode ser que veja isso como uma forma que de certo, mas serei fiel ao texto O que faz uma pessoa dar errado. Pode ser que você considere que essa chamada arrogância da certeza seja só uma visão de quem não pensa como você, no entanto vale considerar que esta certeza de si tem tanto seus pontos positivos como negativos. Positivos até certo limite, pois nossa vontade, desejo não é a do mundo, pois interagimos com um meio.
“A verdade é que as pessoas interagem por meio de duas realidades a interna e a objetiva. A realidade interna é composta de idealizações, expectativas, vontades, desejo, atitudes, crenças, valores, educação, traumas do passado, preconceitos, fixações, ou seja, tudo o que é intrínseco ao indivíduo. Do lado de fora porém está a realidade objetiva, e nela mora o que é possível ser feito (somos o que somos, e não aquilo que gostaríamos de ser).” (GARCIA, 2003, p. 25)
Não é possível fazer um planejamento sem ter ideias e um foco determinado, em outras palavras, saber o que se quer, os limites disso e suas possibilidades. É preciso levar em consideração o que diz Garcia, pois se formos tomados simplesmente por nossos desejos, ficamos como que desnorteados, sem rumo. Esperando que algo como queremos aconteça, como se a sorte fosse determinada pelas forças do universo que conspira em nosso favor ou contra.
Muita coisa pra processa de uma vez só né. Mas tudo bem, não é questão aqui querer resolver tudo ou falar de tudo. Aqui a questão é que se possa pensar sobre si mesmo, às vezes também duvidar, pois há situações que nos movem como num impulso e acreditamos que nada dará errado, ou se ocorrer escaparemos ilesos. Um verdadeiro exemplo de pensamento mágico. Quem sabe você lendo isso tenha lembrado de alguma situação onde se colocou em situações parecidas, ou não. Tudo depende de você e sua história.
Pode ser que veja isso como uma forma que de certo, mas serei fiel ao texto O que faz uma pessoa dar errado. Pode ser que você considere que essa chamada arrogância da certeza seja só uma visão de quem não pensa como você, no entanto vale considerar que esta certeza de si tem tanto seus pontos positivos como negativos. Positivos até certo limite, pois nossa vontade, desejo não é a do mundo, pois interagimos com um meio.
“A verdade é que as pessoas interagem por meio de duas realidades a interna e a objetiva. A realidade interna é composta de idealizações, expectativas, vontades, desejo, atitudes, crenças, valores, educação, traumas do passado, preconceitos, fixações, ou seja, tudo o que é intrínseco ao indivíduo. Do lado de fora porém está a realidade objetiva, e nela mora o que é possível ser feito (somos o que somos, e não aquilo que gostaríamos de ser).” (GARCIA, 2003, p. 25)
Não é possível fazer um planejamento sem ter ideias e um foco determinado, em outras palavras, saber o que se quer, os limites disso e suas possibilidades. É preciso levar em consideração o que diz Garcia, pois se formos tomados simplesmente por nossos desejos, ficamos como que desnorteados, sem rumo. Esperando que algo como queremos aconteça, como se a sorte fosse determinada pelas forças do universo que conspira em nosso favor ou contra.
Porém
de fato, isso não opera assim. Aqui, acho que você entende então
porque a arrogância de certeza pode ser perigosa.
Nenhuma pessoa que teve sucesso na vida começou necessariamente de cima onde todos seus desejos e vontades se realizaram. Teve antes que considerar o meio em que estava, o funcionamento deste e como interagir com.
Para atingir metas, sonhos e planejamentos, a certeza sobre si é uma ótima aliada, porém não pode ser carro chefe em tudo, pois nem todos concordam com você e sua opinião para ter valor demora certo tempo …
Nenhuma pessoa que teve sucesso na vida começou necessariamente de cima onde todos seus desejos e vontades se realizaram. Teve antes que considerar o meio em que estava, o funcionamento deste e como interagir com.
Para atingir metas, sonhos e planejamentos, a certeza sobre si é uma ótima aliada, porém não pode ser carro chefe em tudo, pois nem todos concordam com você e sua opinião para ter valor demora certo tempo …
GARCIA
L. O que faz uma pessoa dar errado. In: Pessoas de Resultado. São
Paulo: Editora Gente, 2003.
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