Todos conhecemos desde crianças a importância dos relacionamentos humanos, desde a amizade até as relações amorosas e conjugais. No começo temos curiosidade, queremos saber como que é, construímos nossas relações pela amizade. Quem nunca vivenciou a cena "não sou mais teu amigo!" e no dia seguinte tava na casa do amiguinho? Quem nunca disse, "não te amo mais, eu vou embora." Mas depois ligava dizendo que amava?
Bom, são expressões que não precisamos necessariamente ter dito, mas que se não dizemos, pelo menos já escutamos. Às vezes já se tornou tão palpável isso, que antes de ir embora e se fazer toda cena, se constrói tudo em uma cena. Briga, faz maior discussão, mas não vai embora. Aguenta a discussão no osso como se diz. Com uma angústia fulminante. Mas passa ...
Assim, cada um constrói aos seus modos, conforme suas experiências as próprias relações, sejam elas de amizade ou mesmo amorosas.
Pode ser até que tudo isso seja algo novo pra você, sendo que na sua visão, as coisas simplesmente acontecem.
Bom, é uma experiência também, passiva, mas é. E quem não tem uma experiência de passividade diante de si onde deixa as coisas passarem ou simplesmente acontecerem a deriva, como na espera de um milagre?
Pois é, nem sempre se tem força para aguentar ou acompanhar o acontecimento das coisas.
Mas vem cá, e o que se perde com isso?
segunda-feira, 25 de junho de 2018
segunda-feira, 18 de junho de 2018
O Brasil não será campeão
É costume que em toda copa do mundo uma nação torça que seu país seja campeão, ou que pelo menos faça uma boa campanha. No entanto, há situações em que como o país desenvolve sua campanha pouco interessa para muitos. Isso surge quando o país vai de mal a pior num todo. Como de conhecimento de todos acredito, já é entendível que eu falo do Brasil aqui, cujo time estreou ontem, 17/06/2018 e empatou o primeiro jogo, que muitos angustiaram como uma derrota. Nessa perspectiva de derrota, vou desenvolver minha ideia. Não interessa que o Brasil seja campeão do mundo, principalmente porque é time de um com o qual uma seleção de outros jogadores acompanham. Todos acredito eu, sabem de quem estou falando. Pois é, não precisa nem fala o nome. Mas a questão por fim, não é o time mal entrosado que não demonstra até o momento muita perspectiva, mas sim o país que este time representa, país que contrariamente ao que escreveu Martha Medeiros, não resolverá seus problemas na próxima eleição, pois os eleitos apenas representam o povo. Sim, temos o que merecemos. Se vai mal também. Isso ficou justificado na última greve dos caminhoneiros onde o brasileiro (originado no cortador de pau brasil) invés de ser solidário, explora e busca o ganho diante de situações de dificuldade. Como aprendemos em escolas, educacionais e técnicas, "o mundo é dos espertos". Logo, desde cedo aprendemos que tem-se que passar a perna, ser superior aos outros, ganhar como der. Mas mais uma vez voltando a seleção brasileira, ganhar como se quer, nem sempre dá, pois se fica só caindo não rola jogo, apenas cena. Mais uma vez, creio que todos sabem do que estou falando.
Bom, isso foi apenas uma digressão pra falar do quanto, tanto como nação como, com o futebol ainda somos uma piada. E Brasil país do futebol é uma vergonha. Bota teu amor na chuteira do pé como canta a canção propaganda, faz favor né. Somos muito mais do que isso. Mas ninguém vê ...
Muito mas, pois é, sinal de que as coisas não vão tão bem e não da pra se viver de aparências e ceninha.
Bom, isso foi apenas uma digressão pra falar do quanto, tanto como nação como, com o futebol ainda somos uma piada. E Brasil país do futebol é uma vergonha. Bota teu amor na chuteira do pé como canta a canção propaganda, faz favor né. Somos muito mais do que isso. Mas ninguém vê ...
Muito mas, pois é, sinal de que as coisas não vão tão bem e não da pra se viver de aparências e ceninha.
quarta-feira, 6 de junho de 2018
A estranha capacidade de auto observação
Como disse Freud, quando Pedro fala de Paulo sei mais de Pedro do que de Paulo, pois este utiliza o outro para falar de si mesmo. Algo comum quando falamos mal, bem ou comentamos dos outros. Método para falar de nosso ódio, recusa, nossos afetos. Um encontro pelo outro consigo mesmo, mas sem saber. E é justamente com isso que lidamos quando falamos de inconsciente, com o não saber, pois estamos diante de uma parte da personalidade desconhecida de si mesmo, mas que temos acesso nos encontros que temos com os outros, sejam estes de nosso meio familiar ou do convívio social. Nestes encontros, observamos um legislador, um incentivador e um agente. É como resumir como nos dividimos a nós mesmos em cada encontro com o mundo dentro de nossa realidade interna. Um modo que se estabelece a partir de nosso modo de ser. No entanto, que é estranho a nós mesmos, que se passa pela nossa auto observação, como concebemos, controlamos a nós mesmos. Porém isso não é situacional, pois de pouco adianta entender o que fazer em situação x se não nos passa pela cabeça por quê. Nisso vemos os exemplos de auto controle que se usam e vendem por aí, como o contar, respira fundo. Até funciona, mas não vai muito longe. Tem efetividade breve, mas não se aplica a totalidade, é situacional e fugaz. O que nos obriga a voltarmo-nos para nós mesmos quando temos interesse em saber sobre si. É como se precisássemos passar pelos três campos da divina comédia de Dante Alighieri, o inferno, o purgatório e o paraíso, no entanto, não é possível o mesmo de qualquer forma e nem afoito, é preciso poder entender e respeitar a capacidade do próprio sujeito que busca adentrar por estes caminhos de neles adentrar. É como o sonho que você foge de alguma coisa e quando abre uma porta ou se daria início a uma nova cena acorda. Há algo ai que seria desorganizador ver, agora a questão é saber o que é.
Bom, isso são apenas formas de podermos ver a nós mesmos e nos auto observar, uma questão um tanto árdua, mas que se passa por nosso por vir, nossas potencialidades que precisam ser acolhidas e trabalhadas para que seja possível que nos encontremos atrás daquela porta que quando abrimos encerrou a cena.
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