Todos conhecemos desde crianças a importância dos relacionamentos humanos, desde a amizade até as relações amorosas e conjugais. No começo temos curiosidade, queremos saber como que é, construímos nossas relações pela amizade. Quem nunca vivenciou a cena "não sou mais teu amigo!" e no dia seguinte tava na casa do amiguinho? Quem nunca disse, "não te amo mais, eu vou embora." Mas depois ligava dizendo que amava?
Bom, são expressões que não precisamos necessariamente ter dito, mas que se não dizemos, pelo menos já escutamos. Às vezes já se tornou tão palpável isso, que antes de ir embora e se fazer toda cena, se constrói tudo em uma cena. Briga, faz maior discussão, mas não vai embora. Aguenta a discussão no osso como se diz. Com uma angústia fulminante. Mas passa ...
Assim, cada um constrói aos seus modos, conforme suas experiências as próprias relações, sejam elas de amizade ou mesmo amorosas.
Pode ser até que tudo isso seja algo novo pra você, sendo que na sua visão, as coisas simplesmente acontecem.
Bom, é uma experiência também, passiva, mas é. E quem não tem uma experiência de passividade diante de si onde deixa as coisas passarem ou simplesmente acontecerem a deriva, como na espera de um milagre?
Pois é, nem sempre se tem força para aguentar ou acompanhar o acontecimento das coisas.
Mas vem cá, e o que se perde com isso?
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