Sempre
quando falamos sobre questões de guerra, amor, relações sociais,
há certas regras implícitas nisso, como se ali houvesse um jogo
onde que dentro deste as jogadas permitidas estivessem dentro de um
campo. Eis então, as regras, leis do jogo. Válidas muitas vezes
tanto na guerra como em outras circunstâncias da vida, a final de
contas, é muito comum ouvirmos falar, ou lermos na literatura que a
vida é como uma guerra. Tem suas leis.
Dentro
destas lei, é importante se situar diante dos próprios. “Governar
sobre muitos é o mesmo que sobre poucos: é uma questão de
organização.Controlar muitos é o mesmo que controlar poucos: é
uma questão de formação de sinais.” (TZU, 2011 p. 57)
Em outras palavras, a organização é fundamental para que se
mantenha a ordem. Algo por fim, que podemos trazer para nossos dias
com relação as empresas e sua forma de organização, onde quando
falamos de organização, pressupomos junto com isso a estratégia.
Nesta estratégia,
é fundamental que o líder conheça os liderados, entre muitos ou
poucos, o que faz a diferença é a organização que se mantêm,
desde papeis hierárquicos a pessoas capacitadas para realizar sua
devida função.
Esta ordem
fundamental, partilha de muitas ideias dentro da teoria
organizacional desde o começo do século XX e o taylorismo, sistema
inclusive muito presente ainda hoje. Esta forma de empreender e
melhorar a qualidade de vida do funcionário trabalhou sobre a
participação do lucro, onde se acreditava que, podendo participar
nos lucros da empresa o trabalhador se sentiria mais motivado e teria
uma melhor realização no trabalho. Porém, muitas teorias depois
vieram a criticar este sistema pela sua não satisfação psicológica
e exploração do trabalhador sem o levar em consideração.
No entanto, esta
forma, ainda é muito presente hoje e não deixa de incentivar os
funcionários a que rendam mais. Cunhamos conhecer hoje este manejo
como metas. Aqui vale nos retomarmos a Sun Tzu mais uma vez, mas
agora de acordo as atitudes que ele diz serem necessárias para que
um exército vença. Dentro desta batalhe, é importante também, nos
valermos de um provérbio Chines, no qual se fala que: o mundo dos
negócios é como um campo de batalha
Neste mundo por
fim, é preciso tomar certas precauções e medidas:
Avaliação da
situação, é preciso ter conhecimento do terreno, situação em que
se esta disputando no mercado, e ter uma boa liderança, que consiga
liderar e ter uma boa influência moral, capacidade de influenciar as
massas numa confiança implícita na relação, tendo então um
consqeutente comprometimento de todos operadores, vendedores em
torno da empresa. Vale a construção da marca, inspira confiança
dos fornecedores
Os soberanos são
os que definem as estratégias, mas a execução é realizada, esta
nas mãos dos generais competentes, em outras palavras, no mundo
organizacional, a importância das lideranças conforme seu nível
hierárquico está em: tratar bem os clientes, observar perigos,
possibilidades e tirar rapidamente proveito delas. Tudo, numa relação
conjunta com os vendedores, operadores.
Nestes aspectos é
importante também, diante de novos investimentos e para manter os
antigos que, se tenha informação sobre o ponto de batalha, onde
será ela disputada, conhecimento do terreno para nele intervir, o
ganhar e depois mantê-lo.
Por mais que uma
empresa seja grande, é de fundamental importância que se o mantenha
sobre constante treinamento e desenvolvimento, pois a falta de
treinamento o fara sucumbir diante das dificuldades e diferenças de
cada nova situação e cliente do dia a dia. Nas empresas, é preciso
investir no treinamento dos colaboradores para que estes tenham
conhecimento de seu trabalho e das propostas e metas deste de acordo
com as mudanças que ocorrem no mundo empresarial.
“Quando empregamos
a expressão, “capital humano”provocamos um choque, em um
primeiro momento, nas pessoas com pouca familiaridade com os termos
técnicos do mundo da gestão empresarial. Afinal, o termo
“capital”está associado a “bens”e “produtos”, como uma
casa, uma máquina, um caminhão, entre outras ferramentas de
produção capitalista. Poucos associam ou sabem que a palavra
capital tem origem latina e significa “principal”- como a capial
do Império Romano ou os pecados capitais, por exemplo”FILHO,
MEUCCI, 2013, p. 92)
Em outras palavras,
cada colaborador representa para a empresa uma forma de capital
humano, ao qual é interessante se ter em mente dentro de suas
capacidades e o local melhor que ele possa tanto render, como se
sentir realizado no que ele faz.
Referências
Bibliográficas:
TZSU SUN. A arte da
guerra. São Paulo: Jardim dos Livros, 2011.
FILHO B. CLÓVIS,
MEUCCI ARTHUR. O Executivo e o martelo. São Paulo: HSM editora,
2013.
Alessandro Adami Psicólogo
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