A expectativa, o ocorrido, o jogo em si, da final do mundo de 2017 não deixam de ter sua relevância, no entanto, há algo mais relevante que isso tudo. Os comentários. Tanto os que se referem a um valeu a pena, como aqueles que supostamente discutem. Supostamente discutem, pois são diálogos de emoção. Como li por aí, e também já ouvi, puro sentimento. E como eu digo, paixão. Paixão, porque é desproporcional, não há medidas, não há pensamento, há emoção. E como em tudo, onde há só emoção, há atuação. Pronto, o desrespeito tá feito. Se forma um gruo de identificação e entre estes a bagunça, rebeldia está autorizada. Os de fora ... ah os de fora devem ser punidos. Ali se forma uma irmandade de pura emoção. E é importante ressaltá-lo, pois isso não diz respeito só ao Grêmio, também está para todos times de futebol que praticam tal esporte no Brasil. Mas por que aqui falar de Brasil só, e o resto do mundo?
Porque o resto do mundo é mais organizado e o fato de se dizer o país do futebol como se diz o Brasil, é característica impar. Uma proposta jornalistica vale recordar também, usada pra que se tivessem notícias em outros tempos. Dai que veio o espirito. O que nos demonstra mais uma vez, que se não pensarmos, pensam por nós, e somos puro efeito da massa em suas emoções, desproporções. E como se disse por aí, acabar com o mundo é uma proposta real. Pra encerrar, quero citar Wittgenstein, "o limite do meu mundo é o limite da minha linguagem". E bom, como você deve ter percebido, se há só emoção, o caos está feito. Futebol se discute sim!
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