Não há nada tão estranho como nós mesmos. Primeiro achamos que sabemos tudo sobre nós mesmos, mas ai quando crescemos, vemos que não é bem assim. Como disse Françoise Dolto, é como se em nossa vida passássemos pelo complexo da Lagosta, onde conforme vamos crescendo a carapaça que tínhamos já não serve mais, então passamos um tempo desprotegidos sem casca, procurando outros modelos, tecendo a própria, tal como a passagem da infância a adolescência para depois chegar a vida adulta e estarmos nós estabelecidos do nosso jeito.
É próprio dentro de nosso desenvolvimento, que passemos por diferentes fases, de uma organização do mundo para uma calmaria e depois para uma busca por si, sempre motivados de acordo a como organizaram e nós mesmo recebemos o mundo primeiramente. Nisso buscamos nossa identidade, abandamos a idealização dos pais da primeira infância e procuramos ideais com os quais queremos ser parecidos. Até inventamos outros pais como substitutos dos nossos. No entanto, isso passa e voltamos a reconhecer o valor de nossos pais, mas não como antes. Agora temos nossos próprios critérios. No entanto, diferente da infância, não temos alguém que seja responsável por nós e possa nos explicar tudo, então criamos nosso próprio modo de perceber e entender. As próprias defesas quanto ao mundo. Mas e a nós mesmos? Pois é, quanto a este também. Mas se não tomamos contato conosco, sempre seremos estranhos a nós mesmos. Todo mal estar serve como fenômeno do acaso e se você não tá bem, não se sabe porque, então é preferível dizer que é fase. Bom, poderíamos mudar fase por funcionamento. Sim, substituímos fase pela que estou passando, por jeito que neste momento estou funcionando. Mas como isso?
Pois é, para poder responder esta e outras perguntas que surgem junto, é preciso que você possa entrar em contato consigo mesmo.
É como a perspectiva que preferes ter em relação a você mesmo.
E como fazer isso?
Pois então, este movimento e trabalho é um dentre os benefícios de uma psicoterapia. Convido você a fazer uma.
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