segunda-feira, 14 de maio de 2018

Paixão como atormentadora de nossos estados mentais

A paixão é algo que não deixa de nos atormentar vida a fora desde que entramos na vida amorosa. Logo, desde cedo acumulamos experiências amorosas, com um ou mais parceiros conforme nossas escolhas a ficar ou namorar. Se suportamos nos apaixonar ou a paixão exerce uma função fugaz por nos apaixonarmos e isso nada mudar se não um momento. De toda forma, a paixão em si é fugaz, pois ela tem prazo de duração, entre 12 a 18 meses conforme estudos. Muda-se conforme o jeito de cada apaixonado. Se a paixão é algo que vem exerce sua função e vai embora, ou se ela é uma predisposição para o amor. Mas devemos tomar cuidado quanto a relação com o amor, pois este também se confunde muito com paixão, e amor se exerce todo o dia, no entanto, não como nos estados de paixão onde moram as incertezas. Como se pode ver, há uma questão temporal, se vai além daqueles momentos que se gostaria de eternizar. Amar é suportar as situações e estados bons e ruins, o que transcende a si mesmo. É abrir espaço junto a si de um outro. Um diferente de si com o qual se planejam de mútua forma um amanhã. Um futuro. Um porvir que como uma xícara pode cair e se quebrar, mas que mesmo diante da quebra podemos consertar e a xícara que se quebrou pode voltar a ser inteira de novo. Tudo depende do quanto deixamos um outro se aproximar e junto de nós exercer mudanças. Isso tanto no sentido ruim como bom. Tudo depende de cada história.

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